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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A pé pelo Rio

A pé pelo Rio

A melhor maneira de conhecer cada canto da cidade é sair caminhando por aí. Grupos oferecem passeios diários, gratuitos e com guias bilíngues que desvendam, de uma forma agradável e descontraída, a memória e a cultura do Rio. Entre a região onde os escravos desembarcavam no tempo de colônia portuguesa, as construções do século passado no estilo francês e os prédios modernos, os tours guiados são recheados de história e curiosidades. 


O Porto Maravilha oferece visitas educativas na região portuária da cidade ás terças, aos sábados e domingos em quatro horários: 10h30, 12h30, 14h30 e 15h30. O passeio, que tem o Museu de Arte do Rio (MAR) como ponto de partida, explora a herança africana nos bairros da Gamboa e Saúde, passando pela Pedra do Sal, Jardim Suspenso do Valongo e Cais do Valongo e Cais da Imperatriz. Passando por sobrados centenários no Largo São Francisco da Prainha e pela recém-restaurada Igreja de São Francisco da Prainha, vem a primeira parada. A Pedra do Sal era ponto de encontro das tias baianas, escravos e estivadores, e foi lá que foram tocados os primeiros acordes de samba em encontros promovidos por Tia Ciata. O local recebeu esse nome porque era ali que os navios portugueses descarregavam o sal.


O grupo segue descendo a Rua Sacadura Cabral até a Rua Camerino onde encontramos o Jardim Suspenso do Valongo, construído na encosta do Morro da Conceição em 1906 e restaurado em 2012; e o Cais do Valongo e da Imperatriz, onde desembarcavam os navios negreiros e, depois, recebeu a Imperatriz Teresa Cristina em 1843. O tour chega ao final no espaço Meu Porto Maravilha, que oferece uma exposição interativa sobre a zona portuária, apresentando um panorama do passado, presente e futuro da área. Se optar por fazer o passeio na terça, aproveite para conhecer o MAR, já que a entrada é gratuita neste dia.


Para conhecer o outro lado do Centro do Rio, vá com o pessoal do Rio Free Walking Tour. De segunda a sexta, às 9h30, eles partem de frente do Theatro Municipal, próximo a estação de metrô da Cinelândia, e seguem em meio as histórias e curiosidades das construções que fazem parte da memória do país. Dali os turistas seguem para o boêmio bairro da Lapa, onde conhecem a colorida Escadaria Selarón, os famosos Arcos da Lapa e a Fundição Progresso, uma das casas de show mais populares da cidade, que apresenta em suas paredes desenhos que ilustram desde o período colonial às construções modernas da região. Após a pausa para admirar a arquitetura e o interior da Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, os turistas continuam a caminhada em direção ao Largo da Carioca, Após uma pausa para saborear um café na tradicional Confeitaria Colombo. O destino final é a Praça XV, com paradas no Paço Imperial e no Arco do Teles. O tour dura cerca de 3h e é feito em português, inglês e espanhol.


Fazer os passeios do projeto Roteiros Geográficos do Rio, promovidos há 10 anos pelo NeghaRIO, que pertence ao Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, é ter a certeza de conhecer lugares incríveis do cenário carioca, com caminhadas gratuitas e guiadas pelas ruas da cidade. Visitas a igrejas, museus e centros culturais também fazem parte do trajeto. Os bairros visitados são Centro, Glória, Catete, Flamengo e Copacabana. Os passeios são feitos a pé, e acontecem em todos os turnos: manhã, tarde, noite e até de madrugada. A iniciativa procura resgatar o espaço urbano carioca e acaba sendo uma aula de assuntos como artes, cultura, religião, arquitetura, história e geografia. Os roteiros possuem diversas temáticas, que variam de acordo com datas comemorativas, por exemplo.


SERVIÇOSMais informações:
Porto Maravilha
Terças, sábados e domingos, ás 10h30, 12h30, 14h30 e 15h30
Ponto de encontro: Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá
portomaravilha.com.br

Rio Free Walking Tour
Segunda a sexta, ás 9h30, em frente ao Theatro Municipal, na Cinelândia.
97214-5095 | 97955-6344 | 98600-2593
info@riofreewalkingtour.com.br
www.riofreewalkingtour.com


Roteiros do Rio
As inscrições podem ser feitas pelo email roteirosgeorio@uol.com.br ou pelo telefone 98871-7238.
www.roteirosdorio.com


Autor: Juliana Muniz

domingo, 4 de janeiro de 2015

A boa é: Parque Lage



O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.



Rua Jardim Botânico, 414

Jardim Botânico

Rio de Janeiro – RJ

CEP 22.461-000

eav@eav.rj.gov.br

Tel 21 3257.1800

Tel 21 3257.1840

Fax 21 3257.1809

PARQUE

Diariamente, das 8h às 17h

A boa é: Parque Nacional de Itatiaia




Esparramado por uma área de 30 mil hectares e ocupando parte dos municípios de Itatiaia e Resende, no Rio de Janeiro; e Itamonte, Alagoa e Bocaina, em Minas; Itatiaia foi o primeiro parque nacional do país. Inaugurado em 1937, é famoso pelas cadeias de montanhas a perder de vista, cachoeiras de águas limpas e penhascos rochosos e pontiagudos, como o mais alto da Serra da Mantiqueira, o pico das Agulhas Negras, a quase 2.800 metros de altitude.

A reserva é dividida em duas partes. Na baixa ficam as cascatas e a mata repleta de paineiras, cedros, jequitibás, orquídeas e begônias. Também na planície estão o caxinguelê – uma espécie de esquilo e símbolo do parque -, centenas de tipos de aves, pacas, preguiças, porcos-do-mato, macacos, onças e lobos-guará. Nesta área, as caminhadas em meio a trilhas são leves e, em meia hora, chega-se às quedas d´água e aos mirantes. Já no planalto – parte mais alta – predominam as formações rochosas e espécies como pinheiro-do-paraná e pinheiro-bravo. A escalada é a atividade clássica, conduzindo ao topo das formações. Para realizar a aventura, entretanto, é obrigatório contratar guias no Centro de Visitantes.

Bastante sinalizado, o parque tem como principais atrativos naturais as cachoeiras Itaporani, Véu de Noiva, Poranga, Cascata do Maromba, Lago Azul e do Rio Bonito; o mirante do Último Adeus e os picos das Prateleiras, Agulhas Negras e Três Picos. A reserva abriga ainda o Museu da Fauna e da Flora, hotéis, pousadas, orquidário e loja de artesanato. Há cobrança de ingressos por visitantes e por automóveis.

Acesso pela portaria principal do parque, que funciona 24 horas, a partir da estrada que sai de Itatiaia. Para atingir os picos das Prateleiras e Agulhas Negras, o acesso é pela portaria de Itamonte, 60 quilômetros adiante, seguindo pela Via Dutra até a BR-354. Na Garganta do Registro, uma estrada precária de 17 quilômetros leva ao Abrigo Rebouças, ponto de partida para a escalada.

A boa é: Ilha Grande





A Ilha Grande é um lugar mágico, repleto de belezas naturais, situado no Município de Angra dos Reis.
No passado, esta bela ilha, foi invadida e atacada por piratas, serviu de rota para o tráfico de escravos, se tornou abrigo de um lazareto, da Colônia Penal Cândi­do Mendes e foi palco de muitas outras histórias interessantes.



Em 2007 a Ilha Grande foi eleita uma das Maravilhas do Rio de Janeiro e ficou em 2º lugar, perdendo apenas para o Pão de Açúcar.




A Ilha Grande possui 193 km2 e mais de 100 praias de águas verdes-azuladas, vegetação exuberante formada pela mata atlântica, trilhas cheias de aventuras, animais silvestres, clima tropical o ano inteiro e povo acolhedor.
Um lugar onde você fará passeios de barco inesquecíveis, mergulhos em grutas e lugares repletos de vida marinha, conhecerá praias semi-desertas, tomará banho em cachoeiras de águas cristalinas e fará muitos amigos. Um recanto perfeito para toda a família.

O local de maior estrutura turística é a Vila do Abraão, considerada a “capital da ilha”. Nesta localidade encontram-se o maior número de moradores,pousadas,restaurantes, barcos para passeios e translados, operadoras de mergulho e guias de trilhas.
Dentre as muitas surpresas que você poderá ter na Ilha Grande, também está a possibilidade de encontrargolfinhos, tartarugas marinhas e saguis.



Para os amantes do esporte, a Ilha Grande oferece o canyoning (rapelna cachoeira da Feiticeira); o trekking (caminhada); esportes aquáticoscomo o remo, o esqui-aquático e wekeboard; o surf (praias de Lopes Mendes eAventureiro) e o mergulho (profundidade e snorkeling).
Os principais lugares e praias da ilha são: Provetá, Araçatiba, Bananal,Enseada das Estrelas, Sítio Forte, praia Vermelha, Palmas, Dois Rios, Lopes Mendes, Aventureiro, Matariz, Parnaioca, Caxadaço, Lagoa Azul,Japariz, praia da Longa,Ilha de Jorge Grego e Lagoa Verde
Então, está esperando o que para conhecer este paraíso ecológico?


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Domingo Carioca - Corcovado & Pão de Açúcar



Roteiro do Evento
06:45 - Saída das barcas
9:00 - Chegada Cristo Redentor
12:00 - Almoço no Restaurante Mineira do Humaitá
14:30 - Chegada Bondinho Pão de Açúcar
18:00 Retorno Niterói (Barcas)
Incluso:
Transporte (ida e volta) com van executiva
Almoço (com direito a uma bebida oferecida pelo restaurante)
Ingressos para os Monumentos: Cristo Redentor e Pão de Açúcar
DESISTÊNCIAS
Só haverá devolução da 3° e 4° Parcelas com os seguintes descontos:
1) Em até 96hs de antecedência será feita devolução de 75% do valor depositado.
2) Em até 72hs de antecedência será feita devolução de 50% do valor depositado.
3) Em até 48hs de antecedência será feita devolução de 30% do valor
4) Em até 24hs de antecedência será feita devolução de 15% do valor depositado.
Valores:
A vista R$ 235,00 ou 4 parcelas de R$ 60,00
1º parcela de R$ 60,00 até 14 de abril
2º parcela de R$ 60,00 até 14 de maio
3º parcela de R$ 60,00 até 14 de junho
4º parcela de R$ 60,00 até 14 de julho
Dados Bancários:
Banco: Itaú
Favorecida: Christiane dos Santos R. Branco
Ag: 8309 e C/c: 29694-8
Contatos da equipe:
Júnior: (21) 9 8067 4932 (Tim)
Christiane:(21) 9 8156 9476 (Tim)
Margarida:(21) 9 8693-3206 (Oi)

sábado, 19 de julho de 2014

Bairro de Santa Teresa

A história de Santa Teresa se confunde com a própria história da cidade do Rio de Janeiro. Situada no Morro do Desterro, no século XVIII servia de rota de fuga para escravos, através da densa floresta que recobria o morro – assim chamado porque Antonio Gomes do Desterro foi o primeiro habitante da região.


Em 1723, após a construção do Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa), levando água ao bairro, o Convento de Santa Teresa – da Ordem das Carmelitas – se instalou no sopé do Morro. A presença do Convento no bairro era tão marcante que a região passou a ser chamada de Santa Teresa.



O aqueduto também intensificou a ocupação do bairro – muitas famílias abastadas se mudaram para a região, procurando a temperatura mais amena do alto do morro e fugindo ao calor das partes mais baixas da cidade.




quinta-feira, 26 de junho de 2014

A boa é:Feira de São Cristovão



  A Feira de São Cristóvão é a opção carioca arretada para comprar, comer e se divertir, pois oferece artesanato, comida, bebida, folclore e muita música.
  O Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas está localizado no Bairro de São Cristóvão, local de fácil acesso,com estacionamento para 800 veículos. O reduto funciona como um ímã para mais de trezentas mil pessoas todo mês.
  A Feira sintetiza o Nordeste e oferece ao visitante tudo que a região dispõe, exibindo, nas suas quase setecentas barracas, sua riqueza tradicional e proporcionando, ainda, a animação característica da terrinha: Som do Nordeste,forró, xote, baião, xaxado, repente, embolada, martelo, arrasta-pé, maracatu e outros sons bem genuínos.



sexta-feira, 13 de junho de 2014

A boa é: Cidade de Paraty Rio de Janeiro



À primeira vista parece que o tempo parou em Paraty, uma cidadezinha espremida entre a serra e o mar e que teve seu apogeu no Ciclo do Ouro. No Centro Histórico, a moldura é formada por preservados casarões coloniais, igrejas dos séculos 18 e 19 e ruas calçadas pelos escravos em pedras pés-de-moleque onde o tráfego de automóveis é proibido.


Mas basta circular pelas ruelas para conferir uma cidade pulsante, charmosa, com gente, sotaques e paladares do mundo inteiro, combinandotradição e modernidade.

O cenário utilizado nas festas religiosas, como a do Divino, é o mesmo onde a turma brinca o Carnaval, os fãs da branquinha degustam a bebida noFestival da Cachaça e os intelectuais badalam durante a concorrida Festa Literária Internacional, a Flip.



Pé de Livros: Flipinha atrai pequenos leitores
Foto: Divulgação - Luciana Serra
Paraty reúne ainda praias e cachoeiras. Naestrada para Cunhaficam quedas d´água que formam piscinas naturais perfeitas para banhos, como Pedra Branca e Tobogã.

Já na vila de Trindade, a 20 quilômetros,praias selvagens e acessíveis por trilhas, como a do Sono e do Cachadaço, atrem a turma jovem e aventureira. Para quem não quer saber de caminhadas, barcos partem do cais todos os dias para passeios pela baía e suas ilhas.


Passeio pelo centro Histórico

A boa é: Cabo Frio Município do Rio de Janeiro

Dunas gigantes, formações rochosas curiosas e praias limpas embelezam Cabo Frio




Quem visita Cabo Frio e descobre a riqueza de sua gente e de sua natureza, bem como seu valor histórico e cultural, fica instigado a adotar a cidade como destino certo das próximas viagens. Distante 148 km da capital do Rio (duas horas e meia de carro), no litoral Norte, constitui um dos mais importantes centros turísticos do Estado e do país e o principal município da Região dos Lagos.



A cidade de 150 mil habitantes e 403 km² de área é a quarta cidade mais antiga do Estado e a sétima do Brasil. Concentra um grande número de monumentos históricos, incluindo edificações centenárias, sambaquis (evidências do cotidiano de habitantes pré-históricos) e ruínas de antigas fortificações. 




No entanto, seu valor não se limita à representatividade histórica. O patrimônio natural de Cabo Frio pode ser considerado um dos mais belos espetáculos do nosso litoral. Ali, o Sol brilha 275 dias por ano e não é propaganda enganosa.

As praias são famosas pelas águas transparentes, normalmente frias e inacreditavelmente azuis. A areia branquinha é uma marca registrada e ajuda a reforçar o cenário paradisíaco.

A paisagem é valorizada pela diversidade, com restingas, mangues, dunas, encostas rochosas, enseadas e ilhas oceânicas. As formações rochosas de alguns pontos da cidade, como a praia do Forte, a mais famosa de Cabo Frio, contam uma parte importante da geologia do continente. Além disso, há evidências da ocupação humana que datam de 6.000 anos atrás.






A cidade, habitada inicialmente por índios tupinambás até a chegada dos colonizadores europeus, já teve latifúndios, sobretudo, de cana-de-açúcar e café. A pesca e a extração e o processamento do salforam e continuam sendo atividades muito importantes para a economia de Cabo Frio.

Ela vem ganhando ares de cidade grande, com boa infra-estrutura tanto para os moradores como para fomentar o turismo, que é, hoje, sua principal atividade econômica. Ruas com calçamento novo, ciclovia, excelente sinalização, organização e limpeza são detalhes que se destacam. Mesmo com todo o desenvolvimento, Cabo Frio consegue manter o charme provinciano e a simplicidade de uma população que não quer abandonar sua identidade. A poucos metros do centro, por exemplo, há ruas e recantos que denotam a mais pacata das cidades.

As famosas dunas de Cabo Frio dão à região um valor singular. Protegidas por lei, para evitar que dê em lugar a condomínios residenciais, elas ocupam boa parte do município, margeiam praias e escondem cantinhos especiais para admirar o pôr-do-sol ou simplesmente ficar ouvindo a "voz" do vento.

A vegetação de restinga, com cactos e grupos específicos de bromélias e orquídeas, adaptadas ao clima da região quente e úmido, ajuda a criar cenários inesquecíveis, que ganham movimento graças aos fortes e constantes ventos que sopram por essas bandas. Aliás, o vento é o que torna Cabo Frio um dos destinos prediletos dos amantes dos esportes à vela e do surfe.

O porto de Cabo Frio foi um dos maiores exportadores de sal do Brasil. Há inúmeras salineiras espalhadas pela cidade, algumas delas desativadas. Formam verdadeiros espelhos d'água que refletem o céu e constituem mais uma peculiaridade da paisagem cabo-friense.

As temperaturas são agradáveis durante todo o ano, mas por conta dos ventos, é sempre bom carregar um agasalho. Arrume companhia para desbravar as dunas, pois não é aconselhável caminhar sozinho por elas. Muitas das praias têm correnteza forte, por isso, não abuse.

terça-feira, 3 de junho de 2014

A boa é: PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

Sobre o Parque Nacional e Floresta da Tijuca


O Rio de Janeiro, devido à suas particularidades geográficas e topografia, tem uma particularidade interessante. Em 15 minutos voce pode sair da selva de concreto e entrar na selva da Floresta da Tijuca.

É talvez dificil imaginar uma transição mais drástica. Mas este é um fato, pode-se até demorar a chegar aos portões de acesso do parque florestal, mas uma vez lá chegando, esta é a sensação.

O parque florestal da tijuca é realmente uma enorme floresta de mata densa, sendo portanto aconselhavel programar um passeio ou caminhada com um guia experimentado que conheça bem o local, e que esteja familiarizado com aventuras diárias.

Existem mapas com indicação dos caminhos pavimentados e também de trilhas rusticas. Mas deve-se lembrar que é de fato uma floresta e como é muito extensa, deve-se saber a melhor hora para ir, até onde pode-se ir em função da hora do dia, tomar cuidados, principalmente se entrar por trilhas que não se conhece bem. Deve-se lembrar que é de fato uma floresta.




Vídeo de 2 minutos de alguns dos principais pontos e atrações da floresta



Acima, fotos de caminhos e trilhas em meio à densa mata, vista de uma cachoeira e também de um lago na Floresta da Tijuca.



Acima imagens diversas da Floresta da Tijuca, mostrando a densa vegetação do local, cascatas e montanhas, e a cidade vista de um mirante.



A foto acima é uma vista do topo da Pedra da Gávea que e também parte do Parque Nacional da Floresta da Tijuca, estando no Setor C.

O local é muito visitado por quem aprecia caminhadas por áreas verdes, tanto pelas vias pavimentadas como pelas trilhas, e também por turístas que fazem passeios de jipes pelas estradas pavimentadas que cortam a floresta, passeios estes oferecidos por empresas especializadas. Entre os inúmeros pontos a serem visitados, estão cascatas, construções históricas, mirantes e a observação geral da selva propriamente dita.

Existem várias empresas de eco-turismo focadas nesse tipo de passeio rústico e caminhadas, que devem ser feitas em grupos acompanhadas por algum guia experiente ou por quem já esteve lá ou que conheça o local.
Como Chegar ao Local

Nesta página fala-se primordialmente da Floresta da Tijuca, cuja entrada principal fica no Alto da Boa Vista, e que é parte das terras que no passado eram chamadas de "Grande Tijuca". É neste local que existe um parque com muitas benfeitoriais, que o tornam um local com atrações pitorescas além de uma imensa reserva florestal, permitindo contato com a imensa mata através de vias pavimentadas ou trilhas.

A melhor entrada de acesso e mais próxima à Cascatinha, situa-se na Praça Afonso Vizeu, que por sua vez tem endereço na Rua Boa Vista, no bairro chamado Alto da Boa Vista. O local pode ser acessado por carro ou através de transporte público. Neste último caso, para quem vem de áreas da Zona Sul ou Zona Norte do Rio de Janeiro, pode-se utilizar o Metro e descer na Praça Sans Pena e de lá, na própria Praça, pegar uma van ou ônibus na Rua Conde de Bomfim, rua esta que margeia a praça. Escolha uma condução que siga em direção ao Alto da Boa Vista com parada na Praça Afonso Vizeu.

Existe outra página neste website que explica sobre os outros três setores do Parque Nacional da Floresta da Tijuca.

Serviços, Benfeitorias e Atendimento

No local existem benfeitorias e locais de serviços e atendimento como "Centro de Visitantes" e local de vendas de souvenirs (ou lembranças), bicicletário (ou local para guardar bicicletas), Estacionamento, alguns locais de sanitários públicos (no centro de visitantes), áreas de lazer e restaurantes que servem a cardápio.

Entretanto é interessante ser precavido e preparado para o fato de que, algumas das benfeitorias ou locais de serviços e atendimento podem não estar funcionando plenamente ou disponíveis todos os dias, ou podem mesmo não estar disponíveis temporáriamente. Portanto se for visitar visitar leve água e um lanche consigo mesmo. E um saco para trazer de volta o material, para não poluir o local.
Pontos de Destaque na Paisagem e o Que Fazer

Além da floresta que pode ser vista através dos caminhos pavimentados ou através de trilhas rústicas, cercados de extensa vegetação, e além das vistas das montanhas circundantes e partes da cidade que ora se abrem diante dos visitantes, que por sí só são um dos brindes aos olhos de quem visita a Floresta da Tijuca, existem alguns pontos que podem ser enumerados.

Assim sendo, se tivermos que enumerar, entre os inúmeros pontos de interesse e atrações, pode-se dar destaque à Cascata Tauney e várias pequenas cachoeiras espalhadas pela floresta, o Lago das Fadas, a Gruta Paulo e Virginia, a Capela Mayrink, uma ponte suspensa feita de cabos com travessas de madeiras que passa sobre uma cascata, o Açude da Solidão, e uma fazenda em ruinas, que é uma reminescência dos tempos das fazendas de café, tempos estes anteriores ao replante da floresta, por determinação do Imperador Pedro II e seu governo.

Mirantes

Entre os pontos de destaque, no Parque da Floresta da Tijuca com entrada no Alto da Boa Vista, pela Praça Afonso Vizeu, está to Mirante Excelsior (com vistas para Maracanã, Tijuca e Centro) e a Vista do Almirante com vista para a imensa floresta tendo ao fundo e ao longe a Pedra Bonita e Pedra da Gávea.

Na Serra da Carioca (setor B), entre o Alto da Boa Vista e Jardim Botânico existe a Vista Chinesa, e Mesa do Imperador, de onde se tem belas vistas sobre as montanhas da zona sul e da cidade construída. O mirante do Corcovado e mirante Dona Marta, também estão dentro dos limites da Floresta da Tijuca como um todo, mas não dentro do setor do Parque com entrada pela Praça Afonzo Vizeu.

Pico da Tijuca

Para quem é adepto de caminhadas longas e rigorosas, pode-se escalar, ou melhor, subir caminhando até os 1012 metros do Pico da Tijuca. Existe uma trilha demarcada, mas é perigoso fazer a trilha sem orientação de guia experimentado.
História da Floresta da Tijuca

Abaixo uma história resumida da Floresta da Tijuca, atual setor A, cuja entrada se dá na Praça Afoso Vizeu, no Alto da Boa Vista. Em outra página deste website, voce encontra uma história mais completa, cuja fonte principal de pesquisa foi escrita por um dos 3 mais importantes administradores e restauradores da Floresta e Parque.

Orignalmente Floresta da Mata Atlântica

A Floresta da Tijuca dos dias de hoje é um pouco diferente da Mata Atlântica que existia à quatro séculos atrás, pois foi replantada e conservada, tornando-se um verdadeiro santuário no meio da cidade e também um local de lazer e turismo.

Entretanto é uma mata cerrada, e que de um modo geral, proporciona a mesma visão e impressão que proporcionava aos primeiros colonizadores que aqui chegaram no Século XVI. A floresta recebeu da Unesco o título de Património da Humanidade e Reserva da Biosfera, e conta com cerca de 120 km quadrados de árvores.

O Início do Reflorestamento

A Floresta da Tijuca começou a ser reflorestada durante a gestão do Visconde do Paraná como Presidente do Conselho de Ministros do Império, uma espécie de Primeiro Ministro, quando o regime político brasileiro era uma Monarquia Constitucional e Parlamentar, tendo D. Pedro II como chefe de estado e Imperador do Brasil. Em 1861, D. Pedro II nomeou o Major Gomes Archer com o primeiro administrador da floresta.

O motivo do reflorestamento se deu para recuperar os mananciais de agua e também pelo receio de que, o efeito da devastação que a floresta sofrera em função das fazendas de café que por anos exploraram a área, secassem os rios que abasteciam a cidade.

Major Gomes Archer, O 1º Administrador, Faz o Replantio

Um vez nomeado administrador da floresta, o Mojor Gomes Archer trabalhou inicialmente com 6 escravos e posteriormente com 22 trabalhadores pagos, plantando em 13 anos 100 mil mudas de arvores.

O reflorestamento foi feito com espécies, em sua grande maioria, nativas do ecosistema da Mata Atlantica.

Barão Gaston D´Escragnole, O 2º Administrador, Transforma a Floresta em Parque

O segundo administrador, Barão Gaston D´Escragnole continuou o replantio de 1874 a 1888.

O Barão não somente plantou mais de 30 mil mudas, mas também transformou a floresta em um parque para uso público, incluindo espécies exóticas, algumas pontes, fontes, lagos e áreas de lazer com a assistência do paisagista francês Augusto Glaziou que planejou os jardins da Quinta da Boa Vista.

Os Trabalhos de Raimundo O. de Castro Maya

Nos primeiros anos da República, o parque florestal da Tijuca foi esquecido, tendo ficado praticamente abandonado. No Século 20, Raimundo Ottoni de Castro Maya administrou a floresta de 1943 até 1946, fazendo o parque voltar à vida novamente. Castro Maya administrou, revitalizou e restaurou diversos sítios históricos da floresta sem ganhar praticamente nada por tal tarefa, com o único interesse de contribuir para a preservação de um local de imensa beleza e de importância ecológica-ambiental, histórica e cultural.








segunda-feira, 2 de junho de 2014

A boa é: Santa Teresa

A história de Santa Teresa se confunde com a própria história da cidade do Rio de Janeiro. Situada no Morro do Desterro, no século XVIII servia de rota de fuga para escravos, através da densa floresta que recobria o morro – assim chamado porque Antonio Gomes do Desterro foi o primeiro habitante da região.


Em 1723 Exceto pela abundante presença de taxis e mototaxis e por estar rodeado de comunidades (pacificadas) o bairro de Santa Teresa, na capital fluminense guarda lá seus ares de interior. É daquele tipo de lugar cuja sensação é a de que todos se conhecem embora não raro você cruze com brasileiros de todos os Estados e principalmente, viajantes de várias partes do mundo por ali só de passagem.


É sem dúvida um dos lugares do Rio para nenhum mochileiro botar defeito. Há muito chamado de boêmio, podemos dizer que é um “boêmio light”, haja vista que à 1h da madrugada todos os seus bares já estão fechados. Se eles servirem de “esquenta” o viajante nada mais tem que, diz a lenda, pelo menos 25 saídas (algumas já experimentadas por nós) para diversos pontos da cidade, entre eles o aí sim, boêmio bairro da Lapa. De Santa Teresa para Lapa são cerca de 20 minutos a pé, caminhando na descida (Santa, como também é chamada pelos moradores, está numa colina)., após a c
onstrução

cidade.

A boa é: Ilha de Paquetá






Aqui, tão pertinho do Rio de Janeiro, um lugar distante do trânsito, da insegurança, da poluição e ainda por cima salpicado de recantos encantadores, história rica e lendas apaixonantes.

O registro da descoberta da Ilha de Paquetá coube a André Thevet, cartógrafo de Villegaignon, em 1556 e, já no mesmo ano da fundação da Cidade do Rio de Janeiro, 1565, a Ilha era doada por Estácio de Sá sob a forma de Sesmarias.Paquetá sempre cumpriu papel importante na história do Rio de Janeiro e foi envolvida diretamente nos conflitos da Revolta Armada, em 1893. Seus produtos hortigranjeiros, pesca e produção de cal abasteceram a Corte durante séculos.

Já no Brasil-Colônia, os atrativos naturais de Paquetá transformaram a ilha em refúgio de tranqüilidade para nobres famílias. Dom João VI visitava Paquetá com regularidade, hospedando-se naquele, que é hoje o Solar D’El Rei. A tradicional festa de São Roque – padroeiro da Ilha – contava regularmente com a presença do Príncipe Regente, que graças às águas milagrosas do Poço de São Roque teria se curado de uma úlcera na perna.

Muitas chácaras permaneceram preservadas, assim como o casario de diversos estilos que testemunham a ocupação da ilha desde o período colonial. A vegetação nativa domina a exuberante paisagem, e no meio de diversas ruas esbarramos em árvores centenárias, que eram tradicionalmente poupadas na abertura de novos caminhos. Em 1904 foi celebrada em Paquetá a primeira Festa da Árvore. O tratamento paisagístico é delicado e em perfeita harmonia com o meio ambiente.



A Ilha de Paquetá é um bairro do Rio de Janeiro transformado em Área de Preservação do Ambiente Cultural – APAC. Um bairro diferente para se passear com a família e com os amigos. Um bairro sem violência, onde moradores e visitantes se deslocam em charretes, "trenzinho", barcos, bicicletas ou bucólicas caminhadas. As ruas são de saibro, com muito orgulho. Os pássaros e as cigarras fazem o contraponto. As frutas são doces e a comunidade é feliz e amiga. Você é bem-vindo!


A boa é: Ilha Fiscal | Rio de Janeiro-História da Ilha e do Palacete



Antes da construção do palacete, a Ilha Fiscal era chamada de Ilha do Ratos. Duas versões disputam a origem do antigo nome. Enquanto uma versão afirma que o nome vem veio da grande quantidade de ratos que fugiam das cobras da Ilha das Cobras, outra afirma que o nome foi dado em decorrência de pedras de cor azincentadas que existiam na ilha, e que se vistas de longe pareciam com ratos.

Mas o que se sabe de concreto, é que, a necessidade de ter uma sede alfandegaria proxima às docas do que é hoje chamado Praça XV foi o que ocasionou a construção do palacete, cuja finalidade era abrigar a chefia deste orgão e fiscalizar os návios de carga que lá aportavam.

Dom Pedro II ficou entusiamado com a beleza da llha, naquela época com águas limpidas e rodeada de golfinhos, e devido a todas estas particularidades, decidiu construir um edificío com caracteristicas marcantes e imponentes para ser a sede da alfandega.

O projeto em estilo Neo-Gótico (gótico-provençal) ficou por conta do Engenheiro Adopho Del Vecchio, que primou por sua construção, ficando o palacete famoso pela admirável qualidade dos trabalhos de seu vitrôs e construção em pedra talhada.

A construção terminou em Abril de 1889 e a festa de inauguração do palacete contou com a presença do Imperador Dom Pedro II.

Em 9 de novembro de 1889, ocorreu o chamado Baile da Ilha Fiscal, tendo sido a última grande festa da monarquia antes da proclamação da República Brasileira, no dia 15 do mesmo mês, apenas 6 dias após o baile.

Em 1913 a Ilha foi tomada de assalto, quando irrompeu a assim chamada "Revolta da Armada" quando parte da Marinha rebelou-se contra o governo do Presidente Floriano Peixoto. Durante 6 meses a ilha ficou de posse dos revoltosos, e devidos à tiros de artilharia provenientes de combates o palacete foi bastante danificado.

Em 1913 o prédio passou a ser propriedade da Marinha, após uma troca de propriedades com o então Ministro da Fazenda, onde passou a funcionar o Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha, até o ano de 1983. A ilha e o palacete continuaram se ser usados pela marinha até 1998, abrigando a sede do agrupamento ou frota de navios Hidroceanográficos.

Em 1930 foi construida uma via de acesso através de uma estreita faixa de aterro, ligando a Ilha Fiscal à Ilha das Cobras.

À partir de 1998 a Marinha decidiu tornar o edifício aberto ao público e preserva-lo como parte da memória naval e mostrar a contribuição da Marinha Brasileira no desenvolvimento científico, tecnológico e social do Brasil através de exposições temáticaspermanentes lá disponibilizadas.
Obras de Restauração

O Palacete foi restaurado alguns anos atrás, e aberto à visitação pública. O processo de restauração iniciou-se em 1996 e foi planejado e coordenado pela Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural da Marinha com suporte do Arquivo Naval e supervisionamento do INEPAC (Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural).
Baile da Ilha Fiscal

A ilha fiscal é também muito conhecida ou rememorada pelo fato do ultimo baile do Império ou da Monarquia ter sido lá realizado. Clique aqui para ler mais sobre o baile da ilha fiscal que serviu de pretexto para o fim da Monarquia no Brasil.

sábado, 31 de maio de 2014

A boa é: Ilha Grande





A Ilha Grande é um lugar mágico, repleto de belezas naturais, situado no Município de Angra dos Reis.
No passado, esta bela ilha, foi invadida e atacada por piratas, serviu de rota para o tráfico de escravos, se tornou abrigo de um lazareto, da Colônia Penal Cândi­do Mendes e foi palco de muitas outras histórias interessantes.

Em 2007 a Ilha Grande foi eleita uma das Maravilhas do Rio de Janeiro e ficou em 2º lugar, perdendo apenas para o Pão de Açúcar.



A Ilha Grande possui 193 km2 e mais de 100 praias de águas verdes-azuladas, vegetação exuberante formada pela mata atlântica, trilhas cheias de aventuras, animais silvestres, clima tropical o ano inteiro e povo acolhedor.
Um lugar onde você fará passeios de barco inesquecíveis, mergulhos em grutas e lugares repletos de vida marinha, conhecerá praias semi-desertas, tomará banho em cachoeiras de águas cristalinas e fará muitos amigos. Um recanto perfeito para toda a família.

O local de maior estrutura turística é a Vila do Abraão, considerada a "capital da ilha". Nesta localidade encontram-se o maior número de moradores,pousadas, restaurantes, barcos para passeios e translados, operadoras de mergulho e guias de trilhas.
Dentre as muitas surpresas que você poderá ter na Ilha Grande, também está a possibilidade de encontrargolfinhos, tartarugas marinhas e saguis.


Para os amantes do esporte, a Ilha Grande oferece o canyoning (rapelna cachoeira da Feiticeira); o trekking (caminhada); esportes aquáticoscomo o remo, o esqui-aquático e wekeboard; o surf (praias de Lopes Mendes e Aventureiro) e o mergulho (profundidade e snorkeling).


Os principais lugares e praias da ilha são: Provetá, Araçatiba, Bananal,Enseada das Estrelas, Sítio Forte, praia Vermelha, Palmas, Dois Rios, Lopes Mendes, Aventureiro, Matariz, Parnaioca, Caxadaço, Lagoa Azul,Japariz, praia da Longa, Ilha de Jorge Grego e Lagoa Verde

Então, está esperando o que para conhecer este paraíso ecológico?






quinta-feira, 29 de maio de 2014

A boa é: Rio das Ostras




Um lugar de natureza exuberante. A jovem cidade de 115 mil habitantes é uma das que mais crescem no Brasil. Praias, sol, muitos atrativos e localização estratégica na Região dos Lagos, a Costa do Sol. Situada a 170 km da capital fluminense, Rio das Ostras conquista visitantes de todo o país.

Rio das Ostras tem 28 km de litoral, águas limpas e tranquilas e uma rede de atendimento capacitada. Cerca de 70 hotéis e pousadas oferecem mais de 3.300 leitos. Quem visita Rio das Ostras encontra uma prestação de serviços eficiente. Os investimentos na formação de mão-de-obra garantem atendimento qualificado para o setor, uma das principais atividades econômicas do município. Com investimentos públicos em urbanização e infra-estrutura, Rio das Ostras melhorou a qualidade dos serviços para moradores e visitantes.

A natureza foi generosa com Rio das Ostras. Suas 15 praias encantam pela preservação e infraestrutura. O visitante encontra águas calmas e ideais para banhos. Mas, quem prefere emoções radicais pode contar com praias perfeitas para o surfe. Aliás, quando o assunto é praia Rio das Ostras tem opções para todos os estilos e o sol brilha pelo menos 300 dias por ano.

Seja no Centro ou na orla dos bairros, a cidade convida para bons momentos. Bares, restaurantes e quiosques com o melhor da gastronomia regional. Atrações como a Praça da Baleia e área de lazer na orla de Costazul. Novas e belas paisagens incorporadas ao cenário natural com as obras de paisagismo e urbanização das praias do Centro, do Cemitério e da Tartaruga. Roteiro turístico que inclui também a Lagoa de Iriry, o Parque Municipal e o Parque dos Pássaros, o maior viveiro da América Latina. Destaque para o Monumento Natural dos Costões Rochosos, faixa de reserva ecológica, rica em fauna e flora.

Todo esse patrimônio natural é preservado com responsabilidade. Rio das Ostras tem hoje um eficiente sistema de esgotamento sanitário, que impede a poluição do meio ambiente e garante a saúde da população. Os atrativos históricos também fazem de Rio das Ostras um lugar especial. Museus, centros culturais, feira de produtos artesanais e a variedade do comércio integram a programação dos visitantes.

A cidade que dá show de natureza também cria, incentiva e aprimora eventos que estão no calendário nacional. A cada ano, o carnaval e o réveillon recebem mais visitantes. Milhares de pessoas, gente de todas as regiões do país participam de eventos como o Encontro Nacional de Motociclistas, o Ostra Cycle e o Festival de Frutos do Mar, considerado uma das maiores referências em gastronomia no Estado do Rio de Janeiro. Platéias se unem para apreciar o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, evento que já ultrapassa nossas fronteiras com atrações nacionais e internacionais.

Quem busca descanso, encontra na simplicidade do campo o lugar ideal. O Circuito Eco-Rural de Rio das Ostras reúne campo, montanhas e lagos. São dezenas de propriedades rurais que acolhem o turista e promovem uma nova atividade econômica, contato que também exalta os sabores dos sítios e fazendas. Natureza que encanta. Cidade que acolhe. Conhecer Rio das Ostras é aproveitar um dos mais belos e completos roteiros turístico e cultural do Brasil.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A boa é: Nossa cidade maravilhosa

Imagine uma cidade ensolarada, que seduz à primeira vista e que, justamente por isso, possui o título de cidade maravilhosa. Acertou quem pensou no Rio de Janeiro, que é um paraíso ecológico repleto de atrações que inspiram turistas de todo o mundo. Vamos conhecer algumas delas?


Cristo Redentor

Custo: Adultos, R$46.00. Crianças (6 a 12 anos), R$23.00, menores que 6 anos, grátis.

Endereço: Rua Cosme Velho, 513 - Cosme Velho.

A subida até o Cristo é feita em um trem que não polui e que atravessa uma área preservada, o Parque Nacional da Tijuca, assim a viagem até o Cristo se torna um show à parte.


Pão de Açúcar

Custo: Adultos, R$56.00, crianças (6 a 21 anos), R$26.00, menores de 6 anos, grátis.

Endereço: Av. Pasteur, 520 - Urca.

Durante o passeio no bondinho o lindo cenário encanta. É possível ver a Pedra da Gávea, Dedo de Deus, a praia de Copacabana, entre outras belezas.


Praia de Copacabana

Custo: Grátis

Endereço: Bairro de Copacabana, Zona Sul.

É considerada uma das praias mais famosas do mundo, carinhosamente apelidada de Princesinha do Mar.


Maracanã

Custo: Depende do evento.

Endereço: Rua Professor Eurico Rabelo, sem número.

Estádio inaugurado em 1950 e recentemente reformado, é o maior do Brasil.


Sambódromo

Custo: Depende do evento.

Endereço: Avenida Marquês de Sapucaí, Centro.

A principal atração é o desfile de carnaval, mas o Sambódromo não se resume a isto. Já recebeu shows de música, exibições de motociclismo, ópera, entre outros eventos. Passou recentemente por uma reforma para abrigar as provas de tiro ao alvo nas Olimpíadas de 2016.


Mirante Dona Marta

Custo: Gratuito.

Endereço: Estrada do Mirante Dona Marta, Sem número.

A 340 metros de altitude, o Mirante é um ótimo lugar para apreciar uma linda vista panorâmica da cidade. Também é possível realizar passeios de helicóptero ou fazer trilhas.


Pedra da Gávea

Custo: Gratuito.

Endereço: São Conrado.

Além da bela vista, é possível fazer trilhas cujo tempo de subida varia de 2 a 4 horas e o nível de dificuldade é alto. Além disso, são oferecidos voos de asa delta.


Jardim Botânico

Custo: R$6.00, gratuidade até os 7 anos.

Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008.

Uma grande área de mata verde, onde podemos observar cerca de 6 500 espécies, algumas ameaçadas de extinção, distribuídas por uma área de 54 hectares, ao ar livre e em estufas.


Santa Teresa

Custo: Gratuito

Endereço: Bairro de Santa Teresa

É um bairro composto por construções históricas do século 19, além de elegantes casarões construídos até os anos 40, mas seu principal diferencial é que este é o último bairro que ainda utiliza bondes em suas ruas.


Vista Chinesa

Custo: Gratuito

Endereço: Estrada da Vista Chinesa, 789 - Alto da Boa Vista

Um mirante no estilo Chinês localizado no bairro do Alto da Boa Vista de onde é possível ter uma vista privilegiada da cidade.

Esses foram só alguns exemplos, o Rio de Janeiro possui muitos outros pontos turísticos memoráveis. Faça as malas e venha conhecer o povo carioca e suas belezas.




"Todos os preços estão sujeitos a alterações"

A boa é: Arraial do Cabo, no RJ, prepara festa para os dias da Copa do Mundo







Prefeitura prepara grande festa durante o evento para atrair turistas.
Cidade vai se vestir de verde e amarelo.


Há 20 dias do início da Copa do Mundo, o município de Arraial do Cabo   na Região dos Lagos do Rio, incluído pelo Ministério do Turismo como destino turístico oficial da Copa do Mundo de 2014, já se prepara para receber os milhares de turistas que devem passar pela cidade durante o evento. A estimativa é de que cerca de 600 mil estrangeiros e três milhões de brasileiros circulem pelo país no período.

Após diversas reuniões entre o prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho, secretários municipais, a Associação Comercial, Industrial e Turística de Arraial do Cabo, Associação de Turismo de Arraial do Cabo, e Associação de Mergulho de Arraial do Cabo, uma parceria foi firmada com o intuito de dinamizar o movimento turístico da cidade durante a Copa.

Uma grande festa, nomeada 'Hexa FunFest' está sendo preparada para que turistas e moradores possam torcer juntos nas areias da Praia Grande ( vale ressaltar que o termo 'Fun Fest' está sendo utilizado para definir muitas festas que estão sendo organizadas no país durante o evento, mas o termo correto e utilizado pela Fifa nas festas de Copa do Mundo é 'Fan Fest').

No local, segundo a prefeitura, uma mega arena será montada. A estrutura conta com área de alimentação, sala de imprensa e um mega telão de LED, onde todos os dias serão exibidos jogos da Copa. Shows, atividades esportivas, culturais e sorteios de brindes também fazem parte da programação que promete agitar a torcida na cidade.

“A cidade vai vestir a camisa da copa e da FunFest. Uma grande festa vai movimentar Arraial do Cabo e nós não mediremos esforços para que tudo isso aconteça da melhor forma e com bastante segurança. E se Deus quiser, vai dar tudo certo”, disse o prefeito.

Durante este período, atividades e ações promocionais estarão acontecendo no município para atrair a demanda turística. A cidade estará totalmente decorada em clima de Copa, com bandeiras verdes e amarelas. O comércio local, a rede hoteleira, restaurantes, serviços e entretenimentos entrarão no clima da Hexa FunFest realizando descontos de até 40% e sorteios de brindes. O objetivo é aproveitar o bom momento do Estado do Rio de Janeiro para alavancar o turismo no interior, aumentando o tempo de permanência dos visitantes e, consequentemente, gerar renda.

O secretário de Governo, Comunicação e Eventos, Walter Lúcio, destacou a importância desta parceria para Arraial do Cabo. “É necessário que toda a comunidade seja favorecida por este período tão importante para a economia brasileira. Com a parceria firmada entre a prefeitura e o comércio local, Arraial do Cabo inteiro se mobiliza fazendo a contramão da história. Enquanto todos os lugares estarão aumentando o preço da hospedagem, restaurantes, e serviços, nós estaremos oferecendo descontos com uma grande promoção em toda a cidade para realmente termos um grande número de visitantes durante esse período”.

Para Márcia Augusta, vice-presidente da Associação de Turismo de Arraial do Cabo, o evento promove o encontro de empresários, moradores, poder público, turistas e grandes parceiros para uma grande festa, num cenário que resume toda nossa cidade: a praia, a areia e o mar de Arraial do Cabo. “Estamos confiantes no sucesso deste evento, sabemos que estamos agregando valor à nossa cidade e participando efetivamente de um momento único do nosso país, torcendo pelo nosso futebol, que encanta todos os brasileiros e os nossos visitantes e principalmente, divulgando a nossa cidade, as nossas empresas e o nosso potencial turístico”.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A boa é: Teresópolis





Um dos destinos de inverno preferidos dos cariocas, Teresópolis reúne estilos variados de turistas. Casais chegam em busca dos cenários românticos proporcionados pelas pousadas e restaurantes charmosos - incrementados por lareiras, cozinhas de primeira e bons vinhos. Já as famílias curtem as compras na tradicional feirinha de artesanato, enquanto os aventureiros fazem a festa no Parque Nacional da Serra dos Órgãos. A reserva abriga o principal cartão-postal da região, o pico Dedo de Deus, a 1.692 metros de altitude.

Para apreciar a bela formação rochosa há diversas maneiras. Quem não quer fazer esforço deve seguir para o Mirante do Soberbo, no trevo de acesso à cidade e com estacionamento para os carros. Já os fãs da adrenalina apostam no modo mais radical: encarando a travessia Teresópolis-Petrópolis. São três dias de caminhada em meio à mata nativa, percorrendo 42 quilômetros e dormindo em campings selvagens dentro do parque. O sacrifício é recompensado por cachoeiras, orquídeas, bromélias gigantes e paisagens que descortinam até mesmo a baía de Guanabara.




A reserva brinda também os adeptos da escalada com vias que levam ao ponto culminante da Serra do Mar - a Pedra do Sino, com 2.200 metros de altura. O parque, porém, é generoso ainda com aqueles que querem apenas relaxar, oferecendo áreas para piqueniques, piscinas naturais e pequeninas trilhas para passear sem pressa.




Depois de curtir a natureza, a dica é entregar-se sem culpa à boa mesa e às compras. Os restaurantes oferecem pratos perfeitos para o frio, como fondues e raclettes; mas alguns reservam surpresas. É o caso do Dona Irene, especializado em culinária russa. O banquete, que deve ser degustado sem pressa, é digno de um czar. Já na Cremerie Genève, além de saborear as receitas francesas, os clientes encontram uma lojinha repleta de queijos de leite de cabra. Guarde espaço para a sobremesa, facilmente encontrada na Feirinha do Alto - entre um box e outro de artesanato e roupas, há sempre um balcão com doces e compotas.

A boa é: Parque Nacional de Itatiaia






Esparramado por uma área de 30 mil hectares e ocupando parte dos municípios de Itatiaia e Resende, no Rio de Janeiro; e Itamonte, Alagoa e Bocaina, em Minas; Itatiaia foi o primeiro parque nacional do país. Inaugurado em 1937, é famoso pelas cadeias de montanhas a perder de vista, cachoeiras de águas limpas e penhascos rochosos e pontiagudos, como o mais alto da Serra da Mantiqueira, o pico das Agulhas Negras, a quase 2.800 metros de altitude.



A reserva é dividida em duas partes. Na baixa ficam as cascatas e a mata repleta de paineiras, cedros, jequitibás, orquídeas e begônias. Também na planície estão o caxinguelê - uma espécie de esquilo e símbolo do parque -, centenas de tipos de aves, pacas, preguiças, porcos-do-mato, macacos, onças e lobos-guará. Nesta área, as caminhadas em meio a trilhas são leves e, em meia hora, chega-se às quedas d´água e aos mirantes. Já no planalto - parte mais alta - predominam as formações rochosas e espécies como pinheiro-do-paraná e pinheiro-bravo. A escalada é a atividade clássica, conduzindo ao topo das formações. Para realizar a aventura, entretanto, é obrigatório contratar guias no Centro de Visitantes.



Bastante sinalizado, o parque tem como principais atrativos naturais as cachoeiras Itaporani, Véu de Noiva, Poranga, Cascata do Maromba, Lago Azul e do Rio Bonito; o mirante do Último Adeus e os picos das Prateleiras, Agulhas Negras e Três Picos. A reserva abriga ainda o Museu da Fauna e da Flora, hotéis, pousadas, orquidário e loja de artesanato. Há cobrança de ingressos por visitantes e por automóveis.




Acesso pela portaria principal do parque, que funciona 24 horas, a partir da estrada que sai de Itatiaia. Para atingir os picos das Prateleiras e Agulhas Negras, o acesso é pela portaria de Itamonte, 60 quilômetros adiante, seguindo pela Via Dutra até a BR-354. Na Garganta do Registro, uma estrada precária de 17 quilômetros leva ao Abrigo Rebouças, ponto de partida para a escalada.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A boa é: Lapa



Lapa é um bairro de classe média da Zona Central do município do Rio de Janeiro, no Brasil. Possui uma grande variedade de bares, restaurantes, boates e pubs temáticos, que atendem a todos os gostos ao longo de suas treze ruas. Sendo conhecido como o "berço" da boemia carioca, na atual efervescência do bairro, quinze novos estabelecimentos foram abertos apenas em 2009. Também é famosa pela arquitetura, a começar pelo Aqueduto da Carioca, sua principal referência e cartão postal. Foi construído para funcionar como aqueduto nos tempos do Brasil Colonial, e desde 1896, serve como via para o bonde que liga o centro da cidade ao bairro de Santa Teresa. Até 2012 era um dos cinco sub-bairros do Centro, sendo emancipado por razões culturais.






O bairro da Lapa é o reduto boêmio da cidade, com seus bares, botequins e casas de shows embaladas pelo samba, choro e MPB. No começo do século XX, as ruas estreitas do local ferviam com a mistura de boemia, malandragem e intelectualidade. Muitos pintores, poetas, jornalistas, músicos, jogadores de futebol, malandros e prostitutas passaram por lá.

Na década de 30, Noel Rosa e Madame Satã eram figuras carimbadas, mas a decadência do bairro chegou com o fim da década de 70.Hoje, um novo público descobre e valoriza o lugar. São universitários que buscam diversão nos antigos casarões restaurados, tomando chope e ouvindo seus repertórios preferidos.

Algumas das casas mais conhecidas da região são Circo Voador, Teatro Odisséia, Fundição Progresso,Estrela da Lapa, Carioca da Gema, Rio Scenarium, Mangue Seco, entre outras.Mas nem só de diversão vive a Lapa.

Construções tradicionais estão presentes, como os Arcos da Lapa (aqueduto construído para resolver o problema de abastecimento de água, que funciona hoje como viaduto para linha de bondes), o Museu da Imagem e do Som, a Escadaria Selarón (coberta por azulejos coloridos, liga a Lapa a Santa Teresa) e a Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Destino, cujo nome batizou o bairro.